Sabe quando tu sabe que aquela pessoa é pra ti? Ela foi feita, desenhada, projetada, chame como quiser, somente pra ti. Não importa o que aconteça, as circunstâncias farão vocês se encontrarem mais cedo ou mais tarde. E é aí que vocês percebem como são perfeitas juntas. Mesmo com as discussões, imperfeições (que todos temos, não tem como negar) e obstáculos que cada um cria – ou não – pra si. Tudo de ruim é abstraído e só sobra coisa boa. Mesmo.
Não sei qual a crença de cada um, mas particularmente, a vida após a morte, reencarnação, almas gêmeas e todas as coisas relacionadas a esse assunto me fazem muito sentido. Na verdade, é a única explicação que consigo encontrar.
Tenho a mania de escrever num caderno há anos. E lembro que uma vez escrevi assim: “Sei que se houver mesmo almas gêmeas, a minha está morando muito longe de mim.”
E quando conheci a Dani, nossa. Foi como despertar de alguma coisa que eu ainda nem sabia o que era. Ela foi feita pra mim. Passei a entender o por quê do meu desinteresse no resto do mundo.
Não sei muito bem porque estou escrevendo isso, mas tem noção de como é encontrar a pessoa da tua vida? Tem noção que tudo o que eu fiz foi procurá-la a minha vida inteira?
E ver que ela sente as mesmas coisas que eu... Sentir que o amor que ela sente por mim é gigante... Saber que eu posso fazê-la feliz exatamente do meu jeito... Só torna as coisas ainda melhores.
Amor, essa abstinência de internet me deixou melosa. Te amo demais. E não tem como descrever a minha felicidade por ter te encontrado nessa vida.
Mar...
Tem coisa melhor que ouvir o som das ondas do mar? Sentar na areia, pertinho da água, perceber que sentou perto demais e levantar depressa pra fugir da onda mais forte... Nós não pudemos fazer isso devido ao frio congelante e a chuva que caiu dias antes de irmos pra lá. Mas nada nos impediu de caminhar em ziguezague acompanhando o mar, despreocupadas com o tempo e ignorando o vento que fez questão de não parar nem por um segundo.
Decidimos que vamos ter que comprar uma casa perto da praia (assim que for possível).
Não dissemos nada uma pra outra, mas tenho certeza que o nosso amor aumentou diante daquela água toda.
Tivemos mais certeza que, sim, fomos feitas uma pra outra. E, não, nada vai mudar isso.
Foi lindo, como devia ser. Como tudo é, aliás.
Decidimos que vamos ter que comprar uma casa perto da praia (assim que for possível).
Não dissemos nada uma pra outra, mas tenho certeza que o nosso amor aumentou diante daquela água toda.
Tivemos mais certeza que, sim, fomos feitas uma pra outra. E, não, nada vai mudar isso.
Foi lindo, como devia ser. Como tudo é, aliás.
Bendita intimidade
Estávamos esperando a dor da saudade diminuir, mas pelo visto isso não acontecerá tão cedo. Então vamos relembrando aos poucos o que nos aconteceu no Rio Grande do Sul.
Todos sabem que a intimidade nos leva a fazer coisas engraçadas, não tão legais e, principalmente, nojentas (aos olhos dos outros, claro!).
E foi essa intimidade que nos fez ter um diálogo mais ou menos assim:
Dani (jogando videogame, atirada no sofá): Vem cá, amor.
Daia (no canto da sala, caminha e senta no colo da Dani): Não sei arrotar, mor.
Dani: Como não? É só engolir ar.
Daia: Não consigo. Me ensina.
Dani: Tá, oh. – engole ar, fazendo um leve movimento de cabeça – BURP!
Daia e Dani: hahahahahaha
Daia: Tá, deixa eu tentar... – engole ar, fazendo um intenso movimento de cabeça – Nada. Viu?? Não sei!
Poderíamos ficar vários minutos, escrevendo esse mesmo diálogo. A cada arroto bem sucedido de uma, era só sorrisos. Por outro lado, vinha a frustração da outra. Tentando incansavelmente fazer algum ruído (e chegando bem perto do ouvido da outra pra mostrar que não saía nada além de ar daquela boca).
Então, a intimidade afeta ou afetou você e sua namorada? Ou isso é estranho demais e devemos nos tratar? Comente!
Todos sabem que a intimidade nos leva a fazer coisas engraçadas, não tão legais e, principalmente, nojentas (aos olhos dos outros, claro!).
E foi essa intimidade que nos fez ter um diálogo mais ou menos assim:
Dani (jogando videogame, atirada no sofá): Vem cá, amor.
Daia (no canto da sala, caminha e senta no colo da Dani): Não sei arrotar, mor.
Dani: Como não? É só engolir ar.
Daia: Não consigo. Me ensina.
Dani: Tá, oh. – engole ar, fazendo um leve movimento de cabeça – BURP!
Daia e Dani: hahahahahaha
Daia: Tá, deixa eu tentar... – engole ar, fazendo um intenso movimento de cabeça – Nada. Viu?? Não sei!
Poderíamos ficar vários minutos, escrevendo esse mesmo diálogo. A cada arroto bem sucedido de uma, era só sorrisos. Por outro lado, vinha a frustração da outra. Tentando incansavelmente fazer algum ruído (e chegando bem perto do ouvido da outra pra mostrar que não saía nada além de ar daquela boca).
Então, a intimidade afeta ou afetou você e sua namorada? Ou isso é estranho demais e devemos nos tratar? Comente!