Vergonha Alheia
Eu preciso dividir isso com vocês.
Gordo sempre faz gordice. Eu sei bem disso.
hahahahaahahaha
Tempo?
"Ter tempo!" oi?
Isso não existe mais. hahaha
Vim só dizer que Daia e eu estamos ótimas.
Ela
Eu estou fazendo facul de Sistemas para Internet e ela fazendo Administração.
Volto logo contar mais novidades!
beeeijo gente, Dani =)
Voltando!!
E posso dizer que voltamos na hora certa. Pois foi a-go-ra que passamos da fase de adaptação. Sim, quase quatro meses depois.
Não pense que casamento é fácil, fia. Brigamos, choramos por bobagens, não nos olhávamos e parecíamos duas estranhas... Estranhas essas que nem iam com a cara uma da outra. Mas tudo bem, não se assuste! Estamos bem agora... Super adaptadas e fazendo mais planos ( como sempre ).
Nossos horários de trabalho não coincidem, portanto voltamos a ser aquelas namoradas que fazem melodrama o tempo todo. Sentimos saudades como se estivéssemos em países diferentes, e quando nos encontramos (à noite) não desgrudamos.
Posso te pedir uma coisa?
Reze pra continuarmos chatas, pegajosas e irritantes uma com a outra. Porque é assim que a gente funciona.
É assim que a gente sabe se amar.
Beijo! :)
Mudanças... benditas mudanças.
Se você fez um bolo, e você acha que esse bolo ficou tão divino a ponto de não poder ficar mais saboroso, está enganada. O próximo pode ser melhor.
Se você foi numa festa, e considerou esta a melhor festa da sua vida... aguarde. Vai ter uma ainda melhor. E não será a última.
Tudo pode ficar melhor. E o bom é quando acontece quando a gente menos espera.
Nós, por exemplo, estávamos felizes, porque íamos passar o fim do ano juntas, e de repente, as coisas foram tomando um rumo que não esperávamos. Quando vimos, a passagem de volta já estava cancelada, as mães estavam avisadas, os amigos estavam chocados.
Não vamos ficar apenas o início de 2010 juntas, como imaginávamos. Vamos ficar a vida inteira.
Já estou me mudando. A partir do dia 26 de dezembro, a nossa casa será em Uberlândia.
Tem presente de natal melhor que esse?
Tem... sempre tem. Mesmo que não saibamos. Veremos o que acontece quando estiver lá. A intenção é que supere as expectativas.
Sempre.
Beijos! :)
Tchau 2009!
Quero!

Dica de mãe!
Beijos, Dani.
Passada rápida
Passei rapidinho aqui só pra dizer que estamos concorrendo a promoção do site Dykerama.
A melhor história de sexo vai virar um conto do site, e ganha um livro... Muito legal.
Sorte pra gente!
Assim que sair o resultado, eu posto o texto aqui.
Beeeijo,
Dani
# p.s.: Campanha: "As namoradas" continue com o blog!
Twitter da Dani: www.twitter.com/QueSeDani
Twitter da Daia: www.twitter.com/gan_daia
Segue a gente lá :)
E depois da depressão vem a felicidade...
Essa coisa de namorar a distância é foda (com o perdão da palavra). Parei de escrever aqui porque, se o fizesse, o blog ficaria depressivo e talvez não fosse bom para o nosso relacionamento. Já estamos passando por uma fase difícil, se ficarmos enfatizando tudo de ruim que nos cerca, o término seria quase inevitável.
E se você pensa: “mas pra que enfatizar o que tem de ruim, então?”... Eu te respondo: “experimente ficar um ano com uma pessoa que tu só viu duas vezes. E depois desse tempo, me diga o que consegue pensar além da saudade e da dor que sente por não ter seu amor por perto.”.
Enfim, não era pra ser depressivo, não é?
E pra dar um ânimo nos nossos corações, pra ficarmos mais alegrinhas e pra voltarmos a conversar civilizadamente, uma ótima notícia caiu do céu pra gente: vamos passar o final do ano juntas!
Era exatamente disso que precisávamos. Tínhamos que ter a certeza que nos veríamos, para podermos continuar com os planos e, o mais importante, acreditar neles.
Agora a espera é pelo fim de dezembro. Os planos são pra logo. Não estamos pensando muito na mudança (muito na nossa visão. Talvez para você, ainda seja um exagero) e estamos focadas no beijo que vamos dar a meia-noite. O melhor beijo. Talvez melhor que o primeiro. O beijo que marcará a certeza do nosso futuro. A partir desse beijo, tudo se renovará, e lutaremos com mais força para – finalmente – ficarmos juntas de vez.
Que venha 2010!!!
Peculiaridade

Ainda mais no início do relacionamento onde a conquista está presente, o "conhecer a outra pessoa" é intenso, o frio na barriga não some nunca. Não sabemos por quê, mas nós sempre achamos que as nossas peculiaridades são mais peculiares que as dos outros casais. Deve ser assim com todo mundo. Desde o início o sexo sempre foi muito presente nas nossas vidas (leia o post Reencontro I), então lá no começo nós pegávamos ônibus no mesmo hoário para ir estudar.Íamos, as duas, com o mp3 ligado, ouvindo as mesmas músicas e imaginando como seria estar juntas. Num desses dias começamos a trocar mensagens pelo celular. Mas mensagens picantes mesmo. Dizíamos o que estávamos com vontade de fazer naquele momento (chupar, lamber, beijar, mão naquilo, mão naqueles, mão naquela...) e, juramos por tudo o que é mais sagrado, nos contorcíamos de tesão. Dentro do ônibus. Tínhamos espasmos, dávamos pulinhos de prazer... e isso tudo sem ao menos ficar vermelhas. Dane-se o ônibus lotado, não é mesmo? E daí se as pessoas se preocuparem e acharem que estamos tendo um ataque epilético? Apenas ignore. Sempre. Claro que tivemos que parar no meio da aula, mas esse é um momento que jamais vamos esquecer.
E você? Qual a sua "peculiaridade"?
Fazer as pazes
Resumindo muito, brigamos. Houve choro compulsivo da parte chorona, lógico. E houve um “não sei porque você está chorando” da outra parte. O que deixou a chorona com mais raiva ainda, blá blá blá... Aquela mesma história de sempre.
Mas o que mais queremos contar – e nos lembrar – é o desfecho dessa discussão.
Uma ficou chorando no quarto enquanto a outra foi no banheiro (talvez pra fugir da escandalosa que chora por “nada”). E na volta, teve uma pequena surpresa: deu com o nariz na porta. O quarto estava trancado...
Enquanto ela pensava a merda que ia ser dormir no sofá, no frio, a outra se vestia pra matar. O choro simplesmente parou, ela levantou colocou a calcinha minúscula, o vestido preto curtíssimo, deu uma ajeitada no cabelo, fez a melhor cara de safada que conseguia e abriu a porta.
Não deixou a outra falar, a beijou, beijou, beijou, fez ela se sentar e fez o streap mais demorado de todos.
Deve ter sido uma das noites de amor mais longas que já tivemos...
Fazer as pazes... um dos melhores motivos pra transar loucamente durante horas pra acabar com uma discussão.
Pensamentos e divagações
Não sei qual a crença de cada um, mas particularmente, a vida após a morte, reencarnação, almas gêmeas e todas as coisas relacionadas a esse assunto me fazem muito sentido. Na verdade, é a única explicação que consigo encontrar.
Tenho a mania de escrever num caderno há anos. E lembro que uma vez escrevi assim: “Sei que se houver mesmo almas gêmeas, a minha está morando muito longe de mim.”
E quando conheci a Dani, nossa. Foi como despertar de alguma coisa que eu ainda nem sabia o que era. Ela foi feita pra mim. Passei a entender o por quê do meu desinteresse no resto do mundo.
Não sei muito bem porque estou escrevendo isso, mas tem noção de como é encontrar a pessoa da tua vida? Tem noção que tudo o que eu fiz foi procurá-la a minha vida inteira?
E ver que ela sente as mesmas coisas que eu... Sentir que o amor que ela sente por mim é gigante... Saber que eu posso fazê-la feliz exatamente do meu jeito... Só torna as coisas ainda melhores.
Amor, essa abstinência de internet me deixou melosa. Te amo demais. E não tem como descrever a minha felicidade por ter te encontrado nessa vida.
Mar...
Decidimos que vamos ter que comprar uma casa perto da praia (assim que for possível).
Não dissemos nada uma pra outra, mas tenho certeza que o nosso amor aumentou diante daquela água toda.
Tivemos mais certeza que, sim, fomos feitas uma pra outra. E, não, nada vai mudar isso.
Foi lindo, como devia ser. Como tudo é, aliás.
Bendita intimidade
Todos sabem que a intimidade nos leva a fazer coisas engraçadas, não tão legais e, principalmente, nojentas (aos olhos dos outros, claro!).
E foi essa intimidade que nos fez ter um diálogo mais ou menos assim:
Dani (jogando videogame, atirada no sofá): Vem cá, amor.
Daia (no canto da sala, caminha e senta no colo da Dani): Não sei arrotar, mor.
Dani: Como não? É só engolir ar.
Daia: Não consigo. Me ensina.
Dani: Tá, oh. – engole ar, fazendo um leve movimento de cabeça – BURP!
Daia e Dani: hahahahahaha
Daia: Tá, deixa eu tentar... – engole ar, fazendo um intenso movimento de cabeça – Nada. Viu?? Não sei!
Poderíamos ficar vários minutos, escrevendo esse mesmo diálogo. A cada arroto bem sucedido de uma, era só sorrisos. Por outro lado, vinha a frustração da outra. Tentando incansavelmente fazer algum ruído (e chegando bem perto do ouvido da outra pra mostrar que não saía nada além de ar daquela boca).
Então, a intimidade afeta ou afetou você e sua namorada? Ou isso é estranho demais e devemos nos tratar? Comente!
De volta a vida ( a ) normal...
Acontece que a Dani voltou pra Minas e parece que eu não estava preparada pra isso. Não sei se pensei que, talvez, ela pudesse ficar pra sempre, ou se não ia doer tanto, já que passamos por isso uma vez, mas infelizmente estava redondamente enganada. Redondamente enganada e redondamente redonda, devo dizer. Como estou inchada! Me lembro de ter chorado tanto assim lá em março quando era a minha vez de voltar pra casa.
A razão teima em ficar ausente nessas horas. Minha mãe não para de dizer que logo vamos nos ver, que teria sido pior se não tivéssemos aproveitado nada, blá blá blá... Dane-se. Sei de tudo isso, e quando paro pra pensar em como estava bom, é aí que dói mais.
Ver o avião dela partindo, voltar pro carro que ainda estava com o perfume dela, chegar em casa, me trancar no quarto, me atirar na cama que a gente dormia, enfiar a cara no travesseiro e, de novo, sentir o cheiro dela... É demais pra qualquer pessoa.
Olho em volta, e não tem como me esquecer que ela está longe de mim. Posso até mexer no meu computador sem dar um tapa na mão dela. Que graça tem isso? Me diz!!
Enfim, não sei mais o que dizer.
Dói. Dói demais.
Só quero que isso passe.
Beijo pra quem está lendo, e desculpe as lamentações.
Mor, te amo. Pra sempre.
Novo reencontro
Viagem marcada para o dia 13 de julho. Sai de Uberlândia e chega em Porto Alegre. Estava tudo certinho, passagens compradas, malas por fazer, ansiedade controlada na medida do possível. Até que chega uma notícia:
- Olha só amor, sexta já estou de férias... Ah, se pudesse trocar a data da viagem.
Adivinha. Claro que pode trocar a data. Amamos companhias aéreas e suas facilidades. A data foi mudada para o dia 5 de julho e a ansiedade ultrapassou todos os limites de normalidade. Ficamos primeiro eufóricas: “A gente vai se ver! Meu Deus, ta muito perto!! A gente vai se veeeer!” Depois descrentes: “Não acredito que a gente vai se ver domingo agora. Não pode ser. Não, não, não”. E por último, em transe: “(...)”.
As conversas se resumiam a míseros gemidos e palavras com nada mais que duas sílabas:
- Te amo tanto.
- É?
- É...
- Também te amo.
- Hummm... tu tá vindo.
- Tô.
Então, acho que você já entendeu o por que do sumiço das postagens. Mal conseguíamos conversar, quanto mais escrever alguma coisa. Mas agora já estamos bem, matamos um pouco a saudade, beijamos bastante, compramos um dildo (depois comentamos sobre isso), fomos pra Gramado, Canela, andamos de pedalinho e comemos fondue. Agora que já passamos frio na serra, iremos pra praia (mais uma coisa que a mineira não conhece). Voltaremos no começo da semana pra falar sobre as viagens pelo estado e mostrar as fotos pra você.
(Des)conhecidas
Estava vestindo uma blusa preta com detalhes em branco (talvez pra contrastar com o apartamento), calça jeans apertada (talvez pra deixar bem claro o formato de suas pernas) e um tênis roxo (talvez pra quebrar o gelo da ausência de cor de suas roupas). O cabelo comprido estava solto e ia até o meio de suas costas. Usava pouca maquiagem. E nem precisava de mais. Estava linda. Era linda.Olhou em volta rapidamente, como se estivesse apenas reconhecendo o lugar. Depois olhou atentamente pra cada mulher que estava naquele cômodo. Olhava tudo, dos pés a cabeça, bem devagar. Algumas mulheres a olharam de volta, mas ela sequer esboçou um sorriso. Apenas olhava os pés, pernas, barriga, seios, pescoço, rosto, cabelos. Encarava poucos segundos e ia para a próxima.
Até que chegou a minha vez. E para o meu espanto, ela agiu diferente. Quando seus olhos passaram pelas minhas coxas, pude notar um sorriso. Quando chegou nos meus olhos, me encarou mais tempo que encarou as outras.Como era sexy. Não tinha como não olhar pra ela. O dono da festa nos apresentou. Ela pegou na minha mão, deu um beijo no meu rosto, disse o habitual “muito prazer”, e saiu.
Sentou relativamente longe. Não tirava os olhos de mim. Depois de um tempo, as pessoas começaram a sentar em volta da mesa. Era hora do jantar. Ficamos onde estávamos. Quando todos se acomodaram, ela fez um sinal com a cabeça. Entendi que era pra eu ir para um quarto que tinha ali do lado. Levantei, fui e fiquei atrás da porta. Ela veio em seguida, chegou, olhou em volta e não me viu. Fechei a porta e a encostei na parede. Nos beijamos como se o mundo estivesse acabando. As línguas agiam como se estivéssemos nos chupando. Eu estava de vestido, o que facilitou pra ela tirar minha calcinha e sentir como estava molhada.Fui literalmente atirada na cama, arranquei sua blusa e vi que estava sem nada por baixo. Seus seios eram grandes e mal cabiam na minha boca. Do jeito que eu gosto. Quando me dei por conta, ela já estava nua em cima de mim. Rasgou meu vestido e me penetrou como ninguém tinha feito. Seu dedo entrava forte em mim, me fazendo gozar várias vezes seguidas...

E foi aí que eu acordei...
Discutindo a relação
Um sábado de tarde... Era pra ser um dia de descanso, de carinho, de conversa. Mas não. Hoje foi um dia em que descobrimos a traição. E rimos mais do que nunca.
Oi? Não entendeu nada?
Olhe esse vídeo:http://www.youtube.com/watch?v=Mo2HW4JmlGY
Primeiros passos para morarmos juntas
1° - A Dani tem um horário privilegiado. Trabalha apenas de manhã e estuda a noite, mas nada impede que ela use a internet.Nos falamos o tempo todo e paramos só na hora de dormir. Nos acostumamos com isso. Nem pessoas casadas se falam tanto.Infelizmente, meu trabalho terá uma carga horária normal. Ficarei o dia inteiro fora e terei que dormir cedo.Não podemos fingir que esse fato não nos deixou um pouco sem chão.
2° - Não sei muito bem qual a minha função, mas sei que trabalharei com crianças carentes. Isso já foi o bastante pra Dani me chamar de Assistente Social o tempo todo (sendo que ela também trabalha com crianças carentes, não entendi a piadinha até agora).Nada contra os assistentes sociais, né amor? Achamos ótimo!
Enfim, o que importa é que agora nós duas trabalhamos, e ano que vem não seremos assistentes sociais. Assim espero.
DIA (in)ÚTIL

Hoje será um dia que nos lembraremos pra sempre ( até porque estamos postando aqui, se não, já era ). Provavelmente, nós inventamos um novo conceito de comunicação.
Passamos o dia inteiro juntas – naquelas condições, cada uma no seu devido estado – e não trocamos nenhuma palavra útil.
Nosso dia pode ser resumido assim:
- Oi, amor!
- Oi, minha vida!
Minutos de silêncio...
- Hahahahaha
- O que foi?
- Olha isso: qualquerbesteira.com.br
Silêncio...
- Hahahahaha, muito bom. Olha esse site: maisbesteira.com.br
Silêncio...
- Hahahaha...
Vários minutos de silêncio...
Deu pra entender, né? Passamos o dia inteiro ouvindo apenas as gargalhadas uma da outra. E pode parecer bobo, mas foi um dos melhores dias que tivemos.
Para: daiene...@gmail.com
Para: danielle...@gmail.com
1º Dia dos Namorados...

Propagandas de presente para os apaixonados, programas de tv dando dicas de “como manter um relacionamento feliz” ou ainda de “como arranjar um relacionamento e ser muito feliz com ele”, hotéis e motéis fazendo promoções especiais para esse dia... e nós tentando achar o melhor jeito de fazer um sexo virtual que mais combine com essa data. Não é patético?Não! Não é patético.
Nos conhecemos sabendo que tem três estados entre nós, e agora temos que conviver com isso. E nós temos ótimas alternativas, como já dissemos em outro post. Temos a sorte de sermos abençoadas com uma imaginação bem fértil. O problema é quando a natureza resolve falar mais alto e a menstruação chega. Pras duas. No mesmo dia. Dois dias antes do primeiro dia dos namorados que passaríamos “juntas”.Tem como ter mais azar?Não teremos danças sensuais ou exibições diante das câmeras. Teremos, sim, longas conversas sobre como o nosso útero estará reagindo com os atroverans da vida. O que nos tranquiliza é que teremos mais uma vida de dia dos namorados, natais, reveillons e todas essas datas comemorativas pela frente. E com certeza, o próximo dia dos namorados será comemorado presencialmente, de baixo do teto da nossa casinha em Uberlândia.
Enquanto isso, vamos discutindo a eficiência dos remédios contra cólica.
E a Daia escreve...

Como dissemos no primeiro post, temos uma vida linda, engraçada, intensamente perfeita e trágica.
Reencontro I

( que se ) Dani diz: Vamos falar sobre sexo!
Menina chata diz: Aaaai, que horror.
Menina infantil diz: Kkkkkkkkkkkkkk
Daia diz: Vamos! Graças a Deus, alguém divertido!
Todas as meninas concordaram com a troca de assunto, tamanho foi o nosso empenho. Pediram pra criar um conto erótico. E...
Daia diz: Levei a Dani pro cantinho e ela me disse: morde?
O trocadilho com a música da cantora agradou a todas, especialmente a quem tinha que agradar, e o conto foi iniciado.É óbvio que não lembramos do conto (devíamos ter criado o blog antes), mas muitas coisas foram feitas, pode ter certeza. Deixe a sua imaginação fluir.Conversávamos com as meninas no chat, e em uma janela separada. E quando vimos, tínhamos abandonado o chat.Os assuntos simplesmente fluíam entre nós. E as coincidências foram surgindo. Dizíamos que não fomos feitas pra namorar, que enjoávamos das pessoas, que os outros diziam que não tínhamos coração.E diante disso tudo, um carinho imenso foi ativado, como se fosse um botão mesmo.Vimos que nossas histórias se pareciam demais, nos adicionamos no orkut, trocamos depoimentos, telefones, telefonemas.Tudo muito intenso. Tudo muito louco. Tudo muito lindo.Demoramos apenas 10 dias pra dizer a frase “Eu te amo”, e pode ter certeza que não a banalizamos. Foi verdadeiro, e até demorou pra ser dita, pois sabíamos que era amor desde o primeiro momento.
Daia, nega, gaúcha ou, simplesmente, ''mor''.

Dani, nanica, mineira ou, simplesmente, ''mor''.
Dani!
Mineira de Centralina, é pisciana com muito orgulho e completamente fissurada com informática. Ama energético, macarrão e all star. Torce fervorosamente pelo São Paulo e não é nem um pouco disposta a manter uma amizade com alguém que deboche do seu time de coração. É filha única ( entenda como "extremamente mimada"! ). Tem uma certa aversão a cachorros adultos, gatos de qualquer idade e bichos que desconhece. Sincera ao extremo, sabe ouvir e não tem papas na língua. É a parte exagerada da relação. Aquela que faz tempestade em copo d'água e briga por horas porque a outra parte falou que ia fazer sol, mas choveu.
Esclarecimentos

